Tags

Chapolina turbinada

Estreia da Chapolina nova no morro da Lagoa

Estreia da Chapolina nova no morro da Lagoa

Apesar de a semana ter começado com Carnaval, foi uma das mais bem treinadas do ano. Terça-feira começamos com 8 km de corrida levinhos. Na quarta, pedalamos 25 km no meio das obras da Beira Mar – aliás, alguém sabe quando aquilo vai terminar? Quinta-feira foi a vez de correr forte. Fizemos 10 km com média de 5min15s/km. Acho que foi meu recorde para essa distância.

Acidente de percurso

Acidente de percurso

Sábado fizemos um longo de 17,5 km de corrida no final do dia, na Beira Mar. Depois nos abastecemos (o Diogo se afogou na moqueca de siri que a irmã dele fez) e dormimos bem para ter energia para o dia seguinte.

Domingo foi o grande dia da inauguração da minha bike turbinada. O Diogo comprou quadro novo (do meu tamanho), uma suspensão muito boa e trocou outras peças que já estavam velhas. A Chapolina ficou poderosa e linda! Saímos às 8h, já sem horário de verão. Subimos o morro da Lagoa e, no centrinho, ouvi um barulhão de ar soprando. Era o pneu traseiro do Diogo.Voltei para procurar o motivo do buraco (tinha que ser algo muito grande para fazer tanto barulho) e logo o Diogo viu que a “coisa” ainda estava no pneu. Era um pedaço de pinça com a ponta dobrada.

Cada coisa que jogam na rua!

Cada coisa que jogam na rua!

Problema resolvido, pegamos a Avenida das Rendeiras e, com suspensão nova, passei por lá pela primeira vez sem tremer o cérebro nos paralelepípedos. Subimos o morro da Mole, o da Barra e seguimos em direção ao Rio Vermelho. Delícia pedalar naquela reta interminável com sombra fresquinha!

Do Rio Vermelho fomos até Ingleses sob muito sol. Chegando lá, paramos num supermercado e compramos gatorade e coca. Morri de vergonha quando o Diogo colocou as coisas dele em cima do freezer de picolé do mercado e abriu um saquinho com bisnaguinhas que levamos junto. Mas como lá tinha ar condicionado, acabamos fazendo lanche no meio do mercado mesmo.

Mais forte do que um rato, mais rápida do que uma tartaruga!

Mais forte do que um rato, mais rápida do que uma tartaruga!

De volta à bike, misturei o resto de gatorade de uva com o resto de maltodextrina de tangerina que tinha na caramanhola e fiz um “maltorade” com cor estranha que me salvou até chegar em casa. Pedalamos forte na volta, pela SC 401, com o sol na cabeça. Chegamos com 3h20 de pedal, contando as paradas. Deu 62 km a uma média de 20km/h.

A bike passou pelo teste: menor, mais levinha e suspensão ótima (deixou a antiga parecendo quase um touro mecânico). O freio, que o Diogo regulou, também está mais leve e dá mais segurança nas descidas. Só falta levantar um pouco o banco. Deixei ele muito baixo e as pernas sofreram.

Agora tenho que treinar para ficar à altura de uma bike tão boa. Também preciso me acostumar com ela, já que falta menos de um mês para o Multisport.

Responder

 

 

 

Você pode usar estes tags HTML

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>